Apesar de muito pouco escrito temos andado a investigar e as pesquisas têm surtido algum efeito em matéria para escrever.
Nas minhas caminhadas pela Baixa de Lisboa, zona de que sou confesso admirador, deparei-me com algo de fantástico, o Rossio. O leitor pode-se rir, especialmente por que esta ignorância é tanto maior por que eu passo por lá todos os dias, mas há uns meses atrás parei e decidi tomar um café antes de voltar para casa. A estação do Rossio desde que foi renovada é um espaço belíssimo, mas enquanto não saímos dela não conseguimos ver o quanto está mudado o espaço circundante. na saída da estação passando a mini-praça de táxis, seguindo pelas escadas mais mal-cheirosas do planeta chega-se ao largo da estação. Este pequeno larguinho contém uma quantidade de pequenos cafés que é bastante satisfatória, mas o que o torna verdadeiramente impressionante não é isso, é que se consegue estar numa esplanada no coração de Lisboa e não sentirmos que estamos numa zona tão movimentada como a Baixa. Até o barulho dos comboios parece abafado pela sensação de paz e tranquilidade que dá aquela pequena ilha de silêncio no centro da Capital. Os preços em si não são despicientes, cada café custa em média 0,80€, todavia parece que é razoável dado que estar sentado num sofá a aproveitar o bom tempo, com música ambiente, no centro de Lisboa em mais do que relativa tranquilidade, torna este espaço bastante simpático. Os cafés são despretenciosos e o serviço é bastante suficiente. A minha recomendação vai no sentido de que deve ser um programa para depois de almoço a qualquer dia da semana ou de fim-de-semana em que não chova (não há nada quando chove, dado que são esplanadas na verdadeira ascensão do termo). Uma pequena sugestão para depois de almoço que aumenta muito a qualidade de vida de quem quer estar 30 segs sem a constante loucura da cidade, ou que quer estar simplesmente num momento de Boa Vida por que merece.
Mais sítios virão em breve :D
domingo, 24 de maio de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
Fundamentos
Direito à boa vida é mais do que um mero título, é para nós uma maneira de viver, uma maneira de ser. Por enquanto os modestos autores deste blog são todos estudantes de direito, pelo que nos pareceu obvio que é isto que falta a todos. Para nós este é um espaço que não está cheio de banalidades vazias mas sim um sítio onde é tratado um problema que nos afecta a todos, “o que é que hei-de fazer de diferente para me divertir?”. Só um hipócrita é que consegue afirmar que isto é uma futilidade, que é algo que não deve ocupar mais do que segundos do nosso pensamento, é fundamental ter um bocadinho mais na vida do que trabalho/casa, é um imperativo de saúde pública!
Ora depois da fundamentação teórica cabe-me reafirmar que aqui respeita-se quem não quer só, pois não cabe na cabeça de ninguém somente guardar para o amanhã o que há de bom, pois o hoje tem que ter um lugar no coração de cada um de nós.
Espero por isso que com este modesto espaço de escrita se comece a mostrar o que há de bom em vez de vivermos para uma monotonia cinzenta que mata qualquer pessoa.
Ps: no próximo post espero conseguir fazer já uma apreciação de algum projecto de boa vida
Ora depois da fundamentação teórica cabe-me reafirmar que aqui respeita-se quem não quer só, pois não cabe na cabeça de ninguém somente guardar para o amanhã o que há de bom, pois o hoje tem que ter um lugar no coração de cada um de nós.
Espero por isso que com este modesto espaço de escrita se comece a mostrar o que há de bom em vez de vivermos para uma monotonia cinzenta que mata qualquer pessoa.
Ps: no próximo post espero conseguir fazer já uma apreciação de algum projecto de boa vida
quarta-feira, 25 de março de 2009
Começando...
A ideia surgiu, como não podia deixar de ser, num almoço. Pensámos em criar algo onde pudéssemos expor de forma mais constante e organizada, relatos de boa-vida.
Passo a explicar da forma que, tendo em conta o contexto, parece ser a mais ajustada:
Ingredientes: Um grupo pequeno de amigos + uma vontade imensa de experimentar, ensaiar, observar + uma sensibilidade muito característica para as coisas-da-boa-vida
Passo a explicar da forma que, tendo em conta o contexto, parece ser a mais ajustada:
Ingredientes: Um grupo pequeno de amigos + uma vontade imensa de experimentar, ensaiar, observar + uma sensibilidade muito característica para as coisas-da-boa-vida
Partindo do princípio (que todos partilhamos) de que a vida é demasiado importante para ser levada a sério, vamos mostrar aqui, com uma frequência pouco vulgar, relatos do que formos experimentando juntos: Restaurantes pouco comuns, culinária extravagante, sabores e paladares singulares e renovados; mas também outras coisas de cultura, filmes, música, etc..
Espero que o Blog venha a ser, não só tudo isto, mas também muito mais! Fico, por agora, de consciência mais aliviada, por saber já que, apesar de tudo, existe ainda quem, como eu, aprecia o bem-viver.
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